domingo, 27 de abril de 2014

DEPRESSÃO NA FAMÍLIA: SAIBA COMO AJUDAR, SEM ADOECER JUNTO







Por Patrícia Oguma
Fonte: Banco de Saúde


Na maior parte do tempo as pessoas se sentem muito bem, mas de um dia para outro tudo pode mudar. Quando a depressão aparece, a visão que o indivíduo tem de si mesmo é transformada de aceitação em aversão, em culpa por falhas imaginárias de omissão ou responsabilidade, podendo chegar a tirar a própria vida. Vamos entender melhor esse estado de tristeza profunda com as palavras intensas do personagem Hamlet, de William Shakespeare:

“Ultimamente (mas os motivos me escapam) perdi toda a alegria, descuidei-me dos exercícios habituais. E, aliás sinto-me tão abatido que essa vistosa moldura, a terra, parece-me um promontório estéril; esse dossel estupendo, o ar, vê – esse magnífico firmamento suspenso, esse teto majestoso ornado de fogo dourado -, tudo isso para mim não é mais que um amontoado de vapores pútridos e pestilentos.”

sábado, 26 de abril de 2014

O CAPITAL CULTURAL É A NOVA VANTAGEM COMPETITIVA



Fonte: ABRH - RJ (Boa Chance)


Atração internacional da RH-RIO 2014, autor britânico Richard Barrett aconselha empresas a medir suas culturas e descobrir valores

O futuro do conceito de produtividade está diretamente ligado ao desenvolvimento da cultura organizacional. Para construir uma organização de alto desempenho produtivo é preciso medir a cultura, descobrir quais são os valores pessoais dos funcionários e aqueles que eles veem e gostariam de ver na organização. A análise é do autor e comentarista social britânico Richard Barrett. Atração internacional do RH-RIO 2014, ele garante que o "capital cultural é a nossa nova fronteira da vantagem competitiva".

domingo, 20 de abril de 2014

TEM JEITO

 




"O 'crowdfunding' é uma ferramenta revolucionária de autogestão e pode servir também para melhorar escolas, praças, hospitais, para viabilizar hortas urbanas"

Por Antonio Bokel - Artista plástico e está na exposição em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal até 25 de maio.

Fonte: Revista O Globo

Vimos, através as manifestações e protestos no mundo inteiro, que há desejos de transformações. A insatisfação é geral, mas não sabemos como mudar. Em 2011, tive a iniciativa de produzir uma exposição coletiva independente num espaço no Centro. Era uma antiga ourivesaria reformada pela artista Patrícia Bowles, nas imediações da Rua do Riachuelo, para abrigar projetos de arte. A exposição acabou virando uma ocupação, batizada de Espaço Atemporal, com o objetivo de reunir artistas de diversas áreas, a fim de pensar novas formas de expor seus trabalhos, sem compromisso mercadológico ou vínculos institucionais. O desejo de algum tipo de extensão social veio junto. Como dizia o artista alemão Joseph Beuys, " a revolução somos nós"

A ocupação foi tão bem recebida pelos moradores locais, que não tinham acesso à arte, que resolvi repetir nos anos seguintes, incluindo aulas de arte para as crianças da comunidade. No início de 2014, através do crowdfunding, consegui arrecadas fundos para fazer, além da exposição, um livro sobre todo esse movimento, na intenção de legitimar algo que começou independente e segue dessa forma.

Essa experiência me abriu a cabeça para muito além de projetos culturais. O crowdfunding é uma ferramenta revolucionária de autogestão e pode servir também para melhorar escolas, praças, hospitais, para viabilizar hortas urbanas... Basta existir um site de financiamento coletivo, que aponte projetos ou instituições e divulgue a quantia necessária, devidamente orçada (e detalhada) por profissionais voluntários qualificados. Os colaboradores elegem um projeto e doam valores dentro das possibilidades de cada um, a ser debitado do imposto de renda. As coisas ficariam mais claras, reduzindo a margem de corrupção. Saberíamos onde está o nosso dinheiro e haveria, ainda, prazer nas doações. Alguém já pensou nisso.


Vejo como uma boa ideia, mas não exclui  nossa possibilidade de como cidadãos sermos mais fiscalizadores dos recursos públicos (dados por nós) para a manutenção dos serviços públicos que deveriam funcionar corretamente. Há canais legais de comunicação já existentes como sites do governo, telefones e ouvidorias  que deveríamos nos inteirar (Regina Bomfim).

sábado, 19 de abril de 2014

MARTIN LUTHER KING JR







Por: Lucia Magalhães

Quatro de abril de 1968, 18 horas, cidade de Memphis, Tenessee. Uma pessoa armada de fuzil com mira telescópica e silencioso dispara: é um tiro certeiro. Um homem de 39 anos cai, num terraço em frente: está morto o pastor batista Marthin Luther King Jr. Sua morte abala o país, em especial a comunidade negra: ele foi o pacifista cristão que lutou incansavelmente pelo fim da discriminação racial nos EUA. O que o distinguiu foi o modo como conseguiu mudar a situação dos afro-americanos, através de protestos pacíficos.

domingo, 13 de abril de 2014

É PRECISO CORAGEM PARA MUDAR O CONCEITO DE PRODUTIVIDADE




Fonte: ABRH-RJ
Os gestores de Recursos Humanos que querem mudar o conceito de produtividade em suas organizações precisam ter coragem e capacidade técnica para valorizar o capital humano e sua contribuição criativa no resultado de negócio. Para tanto, é necessário produzir transformações, analisar estrategicamente a realidade e repensar a atuação. A análise é consenso entre Marco Dalpozzo, da Comatrix Gestão e Consultoria, e Marta Pimentel, gerente e coordenadora de Programas Abertos da Fundação Dom Cabral. Os especialistas em RH magna no segundo dia do Congresso RH-RIO 2004 com o tema RH: a construção em nossas mãos.

sábado, 12 de abril de 2014

RECONHECIMENTO É O QUE MOTIVA AS PESSOAS



Por Maira Amorim
Fonte: Boa Chance

Existem 1501 maneiras de premiar seus colaboradores. É o que garante o americano Bob Nelson, autor do livro que se chama, justamente "1501 maneiras de premiar seus colaboradores" (Ed. Sextante), no qual defende a ideia de que, mais do que um aumento de salário ou uma promoção, o que motiva as pessoas no trabalho é o reconhecimento. E o autor expõe várias ferramentas que podem ajudar a aumentar o engajamento e a motivação de funcionários - começando, por exemplo, com programas informais de agradecimento. Em conversa por e-mail com o Boa Chance, Nelson fala sobre os benefícios de reconhecer e agradecer e de políticas que incluem bônus financeiros.

domingo, 6 de abril de 2014

ERA O GRANDE MESTRE DA PINTURA CHINESA...




Acabara de terminar sua obra prima. Todos acorreram para ver o lugar em que, no dizer dos filósofos,  se presenteia o homem com o que lhe é sempre dado. Embora acolhidos pela força da criação, todos se atropelavam em muitas perguntas. Querem saber onde o Mestre tinha nascido, de quem era filho, como vivera e a que escola de pintura pertencia. Tinham curiosidade em conhecer a técnica que empregava, o que fazia, além de pintar e sobretudo a posição que tomava face à crise política, econômica e social, com tanta inflação, repressão e corrupção que assolavam a China.

O Mestre escutou com a máxima concentração todas as perguntas. Levantou-se bem devagar e se dirigiu para a sua obra. Seus passos foram abrindo caminho por dentro do quadro, e o Mestre desapareceu na terra do sem-fim da pintura. O espanto de todos se voltou para o quadro de cada um.
Emmanuel Carneiro Leão
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