domingo, 30 de junho de 2013

COMO IDENTIFICAR O BULLYING




Fonte: Revista Pro teste

Se seu filho anda ansioso, deprimido e não quer ir às aulas, ele pode estar sendo vítima de bullying, uma prática que vem se tornando comum. Se você notar os sintomas a seguir, além de conversar delicadamente com seu filho para saber o que está acontecendo, fale com a professora. As vítimas de bullying  em geral, apresentam medo ou recusa de ir à escola, náuseas ou vômitos antes de sair; criança angustiada, nervosa ou deprimida; baixa autoestima, choro e pesadelos frequentes; roupas e livros estragados, "perda" de objetos e dinheiro, e lesões injustificadas; mudanças nos hábitos alimentares, como diminuição do apetite.

sábado, 29 de junho de 2013

TUDO AO MESMO TEMPO AGORA NA REDE





Universo digital afeta nossa percepção da passagem das horas e difunde perene sensação de velocidade

Por André Machado e Sérgio Matsuura
Fonte: O Globo
(aproveitando as questões discutidas no texto e fazendo uma ode a Gilberto Gil)

A população conectada no mundo - 2,7 bilhões de pessoas - passa, todos os meses, mais de 35 bilhões de horas na internet. Isso equivale, segundo cálculos do site Go-Gulf.com baseados em consultorias como como a comScore Data Mine e Pew Research, a 3 milhões, 995 mil e 433 anos (3.995.433 anos!). A questão é: como os usuários sentem a percepção desse tempo?

domingo, 23 de junho de 2013

Inovar é difícil, mas é vital para a competitividade




Fonte: Boa Chance  ABRH- RJ


Muita gente usa inovação em seu discurso. Chama atenção. Mas poucos a colocam em prática. E se não há o fazer-acontecer que gere "resultados para o cliente" fica só "criatividade". Nunca "inovação". Segundo Alain Farès, diretor executivo do Centro para Inovação e Competitividade e diretor de Inovação da ABRH-RJ, a maior dificuldade para a inovação acontecer na empresa passa pelo fato dela englobar diversos elementos que tiram a cultura da "zona de conforto", tais como especulação, ambiguidade, maleabilidade (ou flexibilidade), ensaio e erro, hipóteses, contradição, experimentação, aleatoriedade, entre outros.

domingo, 16 de junho de 2013

O Mal-humorado - Cresce o número de empresas que investem em programas de assistência psicossocial, devido a dificuldades de relacionamento de funcionários




Por Karine Tavares
Fonte: Boa Chance

Não importa o tamanho ou a área de atuação da empresa. Dificilmente um ambiente de trabalho vai estar livre daquele funcionário sério, amarrado, carrancudo, e seja qual for o motivo do mau humor, "o climão" criado por ele acaba atingindo toda a equipe e afetando a produtividade e os resultados da empresa. Não à toa, vem crescendo o número de companhias que aderem a programas de assistência psicossocial ou EAPs (Employee Assistence Programs, na sigla em inglês), prestados geralmente por empresas terceirizadas que ajudam funcionários a resolverem questões jurídicas e sociais.

sábado, 15 de junho de 2013

Sexo na velhice: quebrando tabus


Por Cláudia Collucci
Fonte: Folha de São Paulo

"Neste momento das nossas vidas, Willie e eu estamos num desses umbrais, o da maturidade, quando quase tudo se deteriora: o corpo, a capacidade mental, a energia e a sexualidade.
Que diabo nos aconteceu? (...) Certa manhã nos vimos despidos no espelho grande do banheiro e ambos nos sobressaltamos. Quem eram aqueles velhinhos intrusos em nosso banheiro?
Nesta cultura, que supervaloriza a juventude e a beleza, são necessários muito amor e alguns truques de ilusionista para manter vivo o desejo pela pessoa que antes nos excitava e agora está achacosa e gasta.
Em minha idade respeitável, na qual me dão desconto no cinema e no ônibus, tenho o mesmo interesse de sempre pelo erotismo. Minha mãe, que completou 90, diz que isso nunca acaba, mas é melhor não espalhar, porque o resultado é chocante; supõe-se que os velhos são assexuados, como as amebas.
Por dentro Willie [William Gordon, com quem está casada há 26 anos] não mudou, continua sendo o mesmo homem forte e bom por quem me apaixonei.
Por isso estou empenhada em manter acesa a paixão, embora já não seja o fogo de uma tocha, mas a chama discreta de um fósforo. Outros casais da nossa idade exaltam os méritos da ternura e do companheirismo, que substituem o alvoroço da paixão, mas já avisei a Willie que não pretendo substituir a sensualidade por aquilo que já tenho com a minha cachorrinha. Ainda não..."
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É dessa forma honesta e divertida que a escritora Isabel Allende, 70, nos introduz ao seu mais recente livro: "Amor" (Editora Bertrand Brasil, 240 págs, R$ 29), que reúne seus principais contos de amor.
Ao falar abertamente sobre sexo e sexualidade na velhice, Isabel presta um grande serviço não só à população de idosos, mas a todos nós que um dia chegaremos lá.
O tema é ainda um tabu, motivo de vergonha e constrangimento para muitos idosos. Mas não precisaria ser assim, dizem os especialistas.
O que se prega hoje é que o sexo na terceira idade pode ser sim prazeroso, mas depende de como encaramos o envelhecimento e de como vamos driblar as limitações naturais desse processo.
Existem, é claro, mudanças fisiológicas reais. O homem pode demorar mais para se excitar, ter ereção e orgasmo. A mulher sofre com a diminuição da elasticidade, o ressecamento vaginal e sente dor durante a penetração.
Alguns medicamentos também podem dificultar a ereção e o desejo, como os anti-hipertensivos ou antidepressivos. Um ajuste na dosagem ou a troca de medicação pode melhorar isso.
Lubrificantes à base de água diminuem a dor da penetração no caso das mulheres. Para os homens, as drogas para disfunção erétil são de grande ajuda --e de preocupação também.
Há um aumento no índice de doenças sexualmente transmissíveis em idosos, incluindo o HIV. Os mais velhos raramente usam preservativos, o que representa um grande risco.
Uma vida sexual ativa também depende de conversa, de trocas. Saber o que é mais prazeroso para o parceiro e fazer as adaptações necessárias também é muito importante nessa fase da vida.
A questão prioritária, porém, é derrubar estereótipos e preconceitos. A sociedade ainda vê a sexualidade muito atrelada à beleza e juventude. Isso coloca uma barreira psicológica, principalmente para as mulheres.


Daí a importância do livro da septuagenária Isabel Allende. Não é negar as dificuldades do envelhecer. Mas, sim, encontrar formas de dar mais qualidade e alegria aos dias que nos restam.

sábado, 8 de junho de 2013

Origens da bioética

Por Leo Pessini, camiliano
  
Os tempos modernos nos levam a estas reflexões. Os descaminhos de nossa alma podem produzir no mundo ações equivocadas, mas ainda assim há que se acreditar no humano, no poder que todos temos de nos recriar sim - todos, inclusive aqueles que estão aí no mundo realizando as coisas mais escandalosas. São apenas formas distorcidas de ver o mundo. Todos em maior ou menor grau, temos nossas distorções. Compaixão.
Regina Bomfim.

sábado, 1 de junho de 2013

HORAS EXTREMAS




Cada um sabe de si. As pessoas têm um ritmo próprio e rupturas bruscas, na minha opinião, contribuem para que o problema volte cedo ou tarde, porque buscou-se suprimi-lo com violência. De nada adianta correr se não se sabe onde quer chegar.

A dor ou as horas extremas da vida podem nos conduzir a novas posturas. Buscar desenvolver uma acuidade profunda com as experiências da  Vida dando abertura à possibilidade de acolher de modo diferente as vivências pode ser um exercício interessante.

 A diversidade das experiências que nos chegam é o que acaba conferindo um tônus emocional mais resistente, pois cria na mente arquivos que acabam sendo as bagagens que são construídas a todo instante da nossa relação com o mundo. As horas extremas podem abrir novas portas de percepção dependendo da disposição de não domesticar o olhar que se habitua aos mesmos raciocínios.

Cada um sabe de si, do seu momento, do que de fato quer para si. Se o ritmo é veloz, lindo, se é lento, não importa. O que importa é viver sabendo estar dando o melhor.

Regina Bomfim
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