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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

Para minha afilhada - o lado b da juventude, dores e delícias

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Gostei muito de escrever este texto.Divido com todos este momento pessoal. Que estas palavras que não pretendem ser perfeitas, auxiliem de algum modo quem viva algo similar...(Ainda estou com problemas em acessar a internet).

O GRANDE DO HOMEM É ELE SER PONTE E NÃO META! ZARATUSTRA.

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...Entretanto, Zaratustra olhava a multidão, e assombrava-se. Depois falava assim:


“O homem é corda estendida entre o animal e o Super-homem: uma corda sobre um abismo; perigosa travessia, perigoso 
caminhar, perigoso olhar para trás, perigoso tremer e parar.
O grande do homem é ele ser uma ponte, e não uma meta; o que se pode amar no homem é ele ser uma passagem e um acabamento.
Eu só amo aqueles que sabem viver como que se extinguindo, porque são esses os que atravessam de um para outro lado.
Amo os grandes desdenhosos, porque são os grandes adoradores, as setas do desejo ansiosas pela outra margem.
Amo os que não procuram por detrás das estrelas uma razão para morrer e oferecer-se em sacrifício, mas se sacrificam pela terra, para que a terra pertença um dia ao Super-homem.
Amo o que vive para conhecer, e que quer conhecer, para que um dia viva o Super-homem, porque assim quer o seu acabamento.
Amo o que trabalha e inventa, a fim de exigir uma morada ao Super-homem e preparar para ele a ter…

Sinal de inteligência

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Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se você souber que não sabe algumas coisas. Porque há pessoas que, em vez de ter humildade para saber que não sabem, elas fingem que sabem. Pior do que não saber é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação coletiva eficaz. Por isso, a expressão "não sei" é um sinal de absoluta inteligência. Essa é uma regra básica da vida: quando você está no fundo do poço, a primeira coisa que você precisa para sair de lá é parar de cavar. e a pá que continua cavando é o não ao saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não existe autoengano....

Mario Sérgio Cortella, autor de Qual é a tua obra?, Editora Vozes


Será que é preciso "Ter Razão"? Pra que? Pra quem?

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Por que esta intenção inconfessável de buscar a revanche? Será que diante da constante mutação do mundo, existem verdades a serem comprovadas sempre? E a Vida, a soberana Vida que apenas clama a ser Vida que quer ser vivida? Já perguntou à Vida se é isso o que importa na Vida? 
Regina Bomfim

Atavismo médico

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(O que está na imagem já ocorre pelo menos no meu plano...)

Após uma década de tramitação permeada por verdadeira guerra entre corporações, aproxima-se da votação final o projeto de lei que define o ato médico. Se não houver novas intercorrências, a proposta vai ao plenário do Senado em março e daí a sanção presidencial.

Verdade que o projeto atual é um pouco melhor do que sua versão inicial, mas ele ainda conserva traços excessivamente corporativistas. Uma interpretação literal do artigo 4°, III, parágrafo 4°, por exemplo, torna-se exclusividade de médicos fazer tatuagens, instalar piercings e fazer acupuntura.

Também pelas últimas decisões veiculadas na imprensa relativo ao mesmo problema enfrentado em São Paulo

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Quase sempre pegam um caso isolado e procuram produzir a adesão da sociedade, mostrando que o caminho do "acolhimento" compulsório é a melhor forma de auxiliar estas pessoas,ignorando a necessidade de investimentos em serviços já existentes, ignorando acima de tudo o histórico de exclusão, ausência do poder público que perpassa a existência destas pessoas desde sempre. Sem querer com estas reflexões ser a detentora da verdade e deixando sobretudo este espaço aberto para outras reflexões, não poderia deixar de manifestar o que penso sobre este assunto. (Regina Bomfim)
CARTA DE REPÚDIO À PROPOSTA DE  INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE ADULTOS PELA PREFEITURA DO RIO DE JANEIROFonte: Conselho Regional de Psicologia
Nós, entidades e movimentos sociais que integram a Frente Estadual de Drogas e Direitos Humanos do Rio de Janeiro (FEDDH), articulada com a Frente Nacional de Drogas e Direitos Humanos (FNDDH), viemos a público repudiar as últimas declarações do prefeito da cidade do Rio de Jan…