JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

Do plural ao singular


 

Entrevista José Antônio Ramalho
De olho no crescimento das redes sociais, as empresas passaram a bolar estratégias cada vez mais criativas para conquistar os usuários do Twitter e Facebook. Essas ferramentas estão mudando o discurso de marketing e o relacionamento entre mercado e público consumidor, analisa o escritor e consultor José Antônio Ramalho, autor de Mídias sociais na prática", publicado pela Campus/Elsevier.

O GLOBO: O que mudou no comportamento das empresas nas redes sociais?
JOSÉ A. RAMALHO: No início, elas se cadastraram como mais um membro das redes sociais. Mas depois resolveram mudar a abordagem. Deixaram de se comunicar como "nós" para estabelecer uma relação com o consumidor através da mesma pessoa. Algumas chegaram a criar personagens para se relacionar com os usuários.

* Pode citar um exemplo?
RAMALHO: A Audi foi uma das primeiras a criar um personagem para falar em nome dela. Quem deu vida a esse avatar foi um jornalista. Embora pessoas soubessem que era uma brincadeira, a relação ficou mais próxima, sem que fosse considerado invasão de prividacidade.

*Um forte investimento em criatividade...
RAMALHO: Sem dúvida. As empresas tiveram que reinventar o marketing. A comunicação deixou de se plural e passou a ser singular. Precisou ser criado o cargo de analista, para estudar o comportamento dos consumidores através das redes. A relação ficou mais próxima, e o público passou a se sentir mais envolvido nas campanhas.

*E a criatividade do público foi estimulada?
RAMALHO: Sim, é claro. Podemos citar a campanha da Nextel que foi feita para as mídias sociais, que pedia aos usuários para que eles mostrassem seu talento ao enviar vídeos cantando músicas do Paralamas do Sucesso. Ou outra que os internautas eram convidados a criarem um roteiro de filme. Essas ações acabam criando uma relação com a empresa.
Fonte: Jornal o Globo/ -  Boa Chance (CLick Léa Cristina e  Ystatille Freitas 28/08)