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Mostrando postagens de Agosto, 2009
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Sobre a dor - Andrea Pavlovitsch


Existe sempre aquela pergunta no ar: o que dói mais, a dor física ou a dor emocional? Na guerra, quando alguém quer fazer alguém sofrer usa a tortura física. E sabemos como o ser humano pode ser cruel ao acessar o seu lado animal, grotesco, que só deseja a vingança e a raiva. Mas será que os causadores de dores físicas, por exemplo, também não são pessoas que sentem tanta dor que ela se torna insuportável? Sentir dor é a sensação da morte o tempo todo perto de nós. È como se algo se arrastasse lento, numa cadencia suave e longa, que parece não ter mais fim. A alegria é rápida, ansiosa. A dor é lenta, é gradual. A dor cutuca em momentos em que não esperamos. Na sola do nosso sapato apertado, na topada na quina da mesinha de centro, no outdoor do Dia dos Namorados, quando você está sem namorado ou numa relação nada agradável. Ás vezes ela aparece logo que a gente acorda, como quando acabamos de fazer uma cirurgia e nos lembramos da dor que estávamos senti…

Psicologia: Uma visão além do âmbito de atuação

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A psicologia não busca por intermédio de suas técnicas mudar comportamentos e adaptar o indivíduo ao meio, tampouco dizer ao outro o que e como deve fazer tal qual uma peça mecânica que necessita de substituição em uma de suas engrenagens.

Este investimento que o indivíduo se permite realizar em si mesmo é uma tragetória complexa, não necessaraimente longa. É um continuo desenhar de alternativas, uma viagem de contornos imprevisíveis para todos os envolvidos. Ao contrário do que possa parecer, não estou falando da famosa psicologia clínica com suas múltiplas abordagens.

Ouso falar de um fazer psicológico atuante em qualquer especialidade - um exercício constante de olhar o mundo, aprender sobre si mesmo, as pessoas, os ambientes, entre as certezas e as dúvidas tentar não se perder. um risco de tantos que são parte dos nossos caminhos...
É o ofício de valorização da pessoa humana para suportar as inconguências do mundo, ser o melhor que puder. Porque como diz uma canção antiga da cant…

Humanização do Cuidar por Luciana Bertachini, Fonoaudióloga

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A humanização nos ambientes hospitalares, clínico e domiciliar oferece bem-estar e dignidade ao paciente idoso e sua família. A capacidade técnico-científica dos profissionais da saúde deve ser colocada em prática considerando acima de tudo o ser humano, assim surge a habilidade de cuidar do paciente, conferindo-lhe "palavra", o direito de se comunicar e de ser reconhecido. Fundamental "escutar" o idoso, para reconhecer e acolher a sua individualidade, sua saúde biográfica, expectativa e preparação frente ao envelhecimento. Surge a comunicação como fator de humanização da terceira idade. Importante reconhecer e interpretar os sinais não-verbais (voz, olhar, postura, física, o andar...) e verbais: a palavra, seu significado.

Projeto Voz